Fundada em 1994, a ABFM comemora 24 anos.

Desde que nasceu, tem trabalhado para desenvolver a modalidade e defender, a nível local e nacional, os interesses de uma comunidade que elegeu o bodyboard como o seu desporto.

Sentimos orgulho, mas também humildade em tudo o que alcançámos, tendo consciência de que muito mais há a fazer. Entrámos neste novo século com diversos objectivos em agenda, sendo disso exemplo o reconhecimento legal e comunitário dos nossos direitos como clube e das especificidades da modalidade, ou ainda a obtenção do título de Clube Campeão Nacional de Bodyboard, entre muitos outros.

O que fizemos no passado e o que pretendemos concretizar no futuro são apenas peças de um sonho que queremos ver tornar-se realidade. Adoramos o Bodyboard, que consideramos ser muito mais do que uma modalidade desportiva. Para nós é uma forma de viver, uma filosofia de vida. Somos bodyboarders de alma e coração e isso será sempre incontestável.

De Bodyboarders para Bodyboarders
Boas Ondas

Em destaque…

Acompanha aqui as personalidades que merecem referência entre o pessoal da Figueira

António Fernandes

António Fernandes mais conhecido pelo “Orelhas”, é a cara visível a par do João Pata do novo projecto de Surf da ABFM que começou acerca dum ano. Já com um bom número de novos surfistas no seio da ABFM fomos conhecer este surfista que também é fotógrafo e gosta um bocado de Arte.

– Surfista, fotógrafo ou homem das artes? Sou um mix destas três definições, sou essencialmente um homem do mar, a minha paixão pelas ondas levaram-me sempre a que os meus hobbies e interesses pessoais se centrassem em torno do mar, das ondas, da praia. Serei um eterno apaixonado pelas ondas e acho que é isso que me acalenta e motiva.
No entanto acho que agora e mais do que nunca sinto-me mais surfista, aos 40 anos sinto-me com a mesma pica da adolescência, por vezes até tenho de pedir à minha esposa que meta o travão!!! ahahahahah.

– O que fazes na vida? Neste preciso momento dei uma volta de 180º à minha vida, deixei um emprego de 13 anos e resolvi investir numa área que me interessa bastante que é a formação Surf, estou a tirar uma Pós Graduação em Surf e Performance, com o objetivo de aprender a ensinar cada vez melhor, tentando transmitir valores positivos e éticos essenciais para se ser um bom surfista, seja no seu lado lúdico ou competitivo. Para além disso, e de ser um marido apaixonado, sou um habitué nos line-ups da Figueira.

– Projetos futuros? Desde Junho passado iniciei a convite do Nuno Trovão um projeto de Formação de Surf na ABFM, encontrei uma pessoa e uma instituição (com 20 anos de experiência) que fala a mesma língua que eu, a Figueira da Foz carece de novas gerações de surf.
Gostava de contribuir para uma linha de pensamento e formação que acabasse com o estigma “a Figueira tem alto potencial…mas…”, e é nesse sentido que estou a abraçar com muito orgulho este projeto, que está a ser pensado a médio/longo prazo e a ser desenvolvido à imagem e valores similares aos que a ABFM tem enraizado no Bodyboard.
Para além da formação espero estar envolvido com a ABFM no planeamento e realização de eventos de Surf na Figueira da Foz, que na minha opinião, é outro grande gap que existe, impedindo que o surf cresça na nossa cidade. Neste momento sinto-me confortável para dizer que estou no caminho certo, sei que vai ser longo e trabalhoso…mas no final vai ser sempre reconfortante.

– Onda preferida no mundo e na Figueira? No mundo…várias, mas definitivamente a onda onde já fui muito feliz, foi no inside corner de Uluwatu.
Na Figueira nasci e cresci a surfar Buarcos (desde o SS à Medroa), Murtinheira, mas neste momento e desde que me mudei para a margem sul, o Cabedelo tem-me ensinado muito. Estou de coração dividido…e o MN é o meu Unicórnio! ahahah.

– Faz uma relação ABFM, Surf e a tua Arte. Nesta tríade penso que existe um “denominador comum”, a magia inexplicável do mar. Ao longo da minha vida o surf tem-me acompanhado sempre (ou eu a ele…), todas essas vivências e sentimentos foram-se refletindo na “minha arte”, esta, tem sido um veículo para expressar emoções, formas de estar e às vezes até fases da minha vida.
Com o apoio da ABFM, vejo uma janela de oportunidade para transmitir a futuras gerações de surf um conjunto de vivências e aprendizagens, é como se a ABFM viesse proporcionar um fio condutor desta viagem pelas ondas… Cresci a surfar… tantas horas no mar, ou simplesmente a olhar as ondas… agora adulto tenho a oportunidade de acompanhar e orientar todo este trajeto com outros jovens e poder transmitir-lhes um pedaço de “mim” numa Associação com valores em que confio e acredito.

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